quarta-feira, 10 de maio de 2017

BIG BUS NIGHT TOUR



Ora bem, era o MEU DIA 

e, eu continuava, sem desanimar à procura do "BIG BUS" 

vi o edifício dos "Correios" - General Post Office, 

tudo era novidade para mim 

e tudo eu captava com a minha máquina, 

continuava andando pela tal passagem superior 

e estava muito próximo do Pier principal




continuava perguntando a todos 

e, ao mesmo tempo também pedia 

que fizessem uma foto minha, 

com a roda gigante, de fundo ...

quando, de repente vejo o edifício "Central Pier" 

e, os tais autocarros que eu procurava ansiosamente 

há quase 3 horas. 

Finalmente a minha persistência e teimosia 

bem como, a minha curiosidade foram premiadas. 

Vou já comprar os meus passeios de 48 horas!




desci ao piso térreo e, fui captar imagens do "Star Ferry" 

que faz a ligação de Hong Kong com a península de Kowloon; 

vi também o edifício do "Museu Marítimo"





e, finalmente fui comprar os meus tickets, 

para circular por várias rotas no BIGBUS HONG KONG




como já tinha explicado no outro post, 

a minha intenção era fazer este passeio na 5ª e 6ª feira, 

pois até tinha bilhete de 24h para o "Metro", 

só que... ao falar com a senhora que me vendeu o pacote de 48h 

disse-lhe que era o dia do meu aniversário 

e ela acabou por me oferecer esta tarde GRATUITA... 

Mas, eu não vou em cantigas! 

Já tenho muitos anos disto e a experiência é um dado adquirido, 

e disse-lhe: tem a certeza que na 6ª feira às 15h 15m 

ainda me deixam circular nos vossos Bus? 

Huummm, eu não estou muito certa disso...faz as 48h 

e...para que não houvesse confusões 

ela escreveu (como podem ver) 20/04 + 21/04 Full day

ok... assim fico mais confiante




Ela foi muito querida, deu-me os parabéns

e disse: Vá já ao PEAK... hoje, no dia do birthday

Pronto, esqueci logo que tinha bilhete de 24h de metro, 

entrei no primeiro bus que saiu na rota vermelha, 

pois era esse que passava no Peak, 

mas depois ao perguntar a que horas sairia 

o BUS do Tour nocturno vi que não dava tempo 

para fazer a rota vermelha com paragem no Peak...




decidi fazer a rota vermelha completa sem paragens

e, quando terminou, ali no "Central Pier" 

10 minutos depois começou o "Night Tour" 

e, lá fui eu outra vez num outro Tour. 

Comprei o pacote às 15h 13m 

mas nunca mais parei, 

foi uma tarde muito bem aproveitada. 

O "Night Tour" começou às 18h 15m 

e terminou do outro lado, em Kowloon, às 19h 45m. 

Uma prenda de aniversário soube-me bem, 

foi mesmo uma surpresa, mas é porque "mereço"!

8 comentários:

  1. conhecer o outro lado da baía de Hong Kong.
    Frequentemente considerado o lado mais chinês de Hong Kong, Kowloon é vibrante e ao mesmo tempo fascinante.

    Aventura começa em Central, de lá pegamos o Star Ferry até o outro lado da Victoria Harbour.
    Esta travessia de barco de aproximadamente 15 minutos é imperdível pelo visual que tem da cidade

    Uma vez em Kowloon, começamos explorando um pouquinho do waterfront em Tsim Sha Tsui,
    alguns de seus principais landmarks e de onde temos uma das vistas mais impressionantes do skyline de Hong Kong.

    Dalí seguimos a pé pela Nathan Road em direção ao Kowloon Park.
    Nas imediações do parque faremos uma parada para o almoço, no Din Tai Fung*.
    Um dos restaurantes de Dim Sum mais famosos do mundo.
    Continuamos então o tour seguindo de MTR até a região de Mongkok, onde passamos a explorar alguns dos mercados de rua mais peculiares de Hong Kong.
    O passeio termina alí mesmo Mongkok, onde os participantes podem aproveitar para explorar com mais tempo, alguns dos mercados visitados por conta própria.

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  2. A Ásia está cada vez mais em destaque no panorama internacional.

    Hong Kong é o rosto de um continente que não sabe parar de crescer. O mundo todo poderia caber aqui.

    Em Hong Kong a média da humidade relativa do ar ao longo do ano ronda os oitenta por cento.
    Isso sente-se mal se sai do táxi ou do comboio que nos traz desde o aeroporto.
    É como uma chapada quente, molhada, que quase nos deixa com tensão baixa.
    Os limites são repostos rapidamente quando temos que nos habituar a um local onde vivem sete milhões de pessoas.
    O trânsito adivinha-se caótico – há perto de oitocentos mil veículos em circulação todos os dias.

    A cada ano, 36 milhões de visitantes chegam em busca do luxo, do exotismo e da azáfama.
    Alguns chegam e ficam, apesar de ser na grande capital financeira da Ásia que se localiza o metro quadrado mais caro do planeta.

    As ruas são estreitas, o sol continua a não entrar entre os prédios.
    Há ladeiras e escadarias de tirar o fôlego.
    E lojas de todas as marcas.
    Mas também há memórias do cinema, feiras de antiguidades cheiro a comida.

    Na primeira hora de Hong Kong, anda-se a vaguear.

    A informação chega a cada segundo, o olhar vai para o lado errado quando se atravessa a estrada.

    Há elétricos, automóveis, camiões, motos e pessoas a cada metro das ruas principais.

    Nas outras, há bancas que vendem tudo – fruta, legumes, peixe seco, telefones de última geração, camisolas do Ronaldo,
    relógios de ouro que podem muito bem ser falsos, roupa feita à medida, parafernália da Revolução Cultural chinesa,
    estátuas de marfim ou máquinas fotográficas.

    Só ao fim de um par de dias é que o mapa da cidade vai parecer um objeto familiar.

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  3. Se tem pouco tempo para conhecer a cidade, aqui fica um conselho:
    o Rickshaw Sightseeing Bus.

    São duas linhas de autocarro turístico fundamentais para descobrir este mistério asiático – a H1 e a H2.

    O passe de 24 horas fica por aproximadamente cinco euros
    e abrange 25 paragens ao longo desta cidade quase construída em socalcos, do mar até ao Pico Victoria.

    Do ponto mais alto da ilha de Hong Kong, a vista realmente deslumbra, de noite ou de dia.
    O elétrico para lá chegar parte da estação junto à Catedral de St. John, mas a fila nem sempre é convidativa.
    Há sempre a hipótese de ir de táxi, mas não é bem a mesma coisa.

    À medida que entramos nas principais ruas de Hong Kong – Queen’s Road, Des Voeux Road
    e Connaught Road Central – o apelo do consumismo aperta.

    São demasiadas lojas para todos os bolsos e gostos.
    E não faltam os gigantes Armani, Cartier, Chanel, Piaget, Vuitton, Gucci ou Prada.
    Se é assunto que não lhe interessa, entre na mais desnivelada escada rolante do mundo,
    a que transporta passageiros de e para o nível intermédio da cidade.
    É uma das melhores formas de ver a agitação deste enclave.
    Entre a encosta e o Terminal Central, junto ao mar, milhares de pessoas percorrem a passadeira rolante para ganhar tempo
    e evitar o nível do solo, com os seus semáforos, trânsito e peões à espera do sinal verde.

    De dia, ganha-se tempo.
    À noite, escolhe-se o lugar para o próximo copo.
    É que por baixo desta passagem aérea e junto às suas várias saídas situam-se alguns dos bares e restaurantes mais badalados de Hong Kong.

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  4. Ao outro lado da baía, a Kowloon, a parte mais chinesa, chega-se de barco.

    Por apenas vinte cêntimos de euro, compra-se um bilhete no Star Ferry para Tsim Sha Tsui.

    São menos de dez minutos de viagem que valem por uma mala de mil euros.
    As embarcações saem de cinco em cinco minutos ou logo que ficam cheias.
    No seu percurso, cruzam-se com juncos antigos, batelões, iates de luxo e outros ferries.

    Em ambas as margens há dezenas dos sempre presentes arranha-céus.
    Só o cheiro a gasóleo pode causar algum desconforto durante a viagem,
    mas nada que não se resolva com a subida ao primeiro piso do barco.
    A vista é única para o Porto Victoria, para o Centro de Convenções e, mais ao longe, para a baía Causeway.

    Em Kowloon, as primeiras atenções vão para a Torre do Relógio,
    construída em 1915 quando fazia parte da estação de comboios locais.

    Hoje, este edifício de 44 metros de altura serve de ponto de encontro e de memória para milhares de pessoas.
    A torre é um símbolo para os milhões de emigrantes chineses que chegaram ao terminal ferroviário para iniciar uma vida diferente em Hong Kong.

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  5. Ali bem perto está a homenagem ao cinema.
    Pontapés bem dados, golpes de braço poderosos, saltos impossíveis, cenas de luta míticas e uma morte tão misteriosa como lamentável fizeram de Bruce Lee um ícone mundial.
    Daí a romaria a Kowloon e à sua Avenida das Estrelas.
    De costas para o mar e para a cidade na outra margem, a estátua do ator é um dos locais mais visitados da região.

    Uns após outros, homens, mulheres e crianças querem ser fotografados com o ídolo.
    Imitam-lhe a pose, colocam os dedos em V, sorriem, esperam pelo clique das máquinas digitais e seguem viagem.
    Há mais estrelas para apreciar nos quatrocentos metros deste promenade à beira da água

    É neste passadiço à beira do mar que, às 20h, todos os dias, melhor se assiste ao espetáculo de luz nos arranha-céus da cidade.

    Marque no relógio e tente chegar antes da hora para conseguir o melhor local.

    Ou então, deixe isso para outro dia e mergulhe nas ruas de Kowloon, perca-se nas vielas onde já não se fala inglês,
    mas onde se encontram os mercados,
    as lojas e os restaurantes mais fora do normal.
    Hong Kong nunca é igual, por mais vezes que lá se volte.

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  6. Puxa, mas como é que tiveste coragem de participar e percorrer todos estes caminhos? Eu teria entrado em pânico se não encontrasse logo o que procurava. E ainda por cima confiavas em pessoas desconhecidas para te tirarem fotos :-) não há dúvida que nasceste mesmo para viajar e mereces todos os quilómetros que percorres nesses países. E fazes uma descrição de tudo, como se fosse habitual lá estares e como se conhecesses tudo. Muito bem, parabéns, se um dia eu puder ir para esses países e tiver dinheiro para levar alguém comigo vou convidar-te. Por experiência própria sei que é bom viajar com alguém que tem noção das coisas e que sabe organizar o tempo e o espaço. Obrigado pela "viagem". beijinhooo grande e continua :-)

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  7. O Peak é a zona dos ricaços.
    Nem lhe passa pela cabeça quanto custam as vivendas naquela zona.
    MUUUIIITOS milhões!
    A Universidade onde estuda a minha filh Catarina é relativamente perto.
    Bjs

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  8. Puxa, ALEX
    temos que ter calma, segurança, confiança se queremos andar pelo Mundo!
    Se assim és, não vais longe.......
    CORAGEM é preciso, mas mais ainda AVENTURA nas veias
    acho eu... muita curiosidade também e como vês tenho-me dado bem com estes ingredientes.

    Eu fico ADMIRADA comigo é onde vou buscar ENERGIA para percorrer todos estes caminhos...
    sim, são kilómetros e sem saber o que vou encontrar
    e se vou, em vão!!!

    Entrar em pânico....PORQUÊ...?
    Ninguém me fez mal...

    SIM, temos que CONFIAR
    (em pessoas desconhecidas para te tirarem fotos)
    então, se não fosse assim
    como teria agora fotos para DOCUMENTAR os meus passeios?

    YA, essa é a verdade - nasci mesmo para viajar...
    e MEREÇO todos os quilómetros que percorro nesses países.

    Obrigado pelos parabéns!!!

    AH sim, eu sei organizar o tempo e o espaço.

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