quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

UM DIA DE DOMINGO





É caso para dizer que...

HONG KONG chorou na hora da minha partida!

...

Dentro do ferry a caminho de MACAU eu observava os arranha-céus ao longe e o movimento dos ferries pela janela e a chuva não parava nem um pouco e foi com chuva que cheguei a MACAU, 
mau agoiro para a minha estadia. 

Mas, tenho que descrever como foi a minha partida do Hotel 
em HONG KONG pois como sempre disse, 
os meus blogues são uma espécie de diário para memória futura 
e, se não escrevo, a memória já não é o que era 
e qualquer dia de nada me vou lembrar. 

Sabendo que os condutores de táxi não entendem inglês, 
tive que pedir ajuda à simpática moça que estava na recepção 
do Hotel e em inglês expliquei-lhe que precisava da ajuda dela, 
pois queria ir para o Terminal de Ferries para ir para MACAU 
mas não podia explicar isso ao motorista do táxi...

assim ela foi comigo até à rua, fez parar um táxi 

e lá no seu idioma disse-lhe o mesmo que eu lhe tinha dito 
(há que confiar...) 

e aqui a "euzinha" meteu-se no táxi 

confiando no anjo da guarda e naquele homem que conduzia o táxi 

e podia levar-me para qualquer lado, 

mas, graças a Deus, levou-me direitinha ao Terminal de Ferries. 

23 de Abril de 2017 

fiz a travessia de Hong Kong para Macau






No Terminal de Ferries tive que safar-me sozinha 

e lá fui saber horários e preços, 

assim que viram a minha mala grande puxaram por ela 

e nunca mais a vi, fizeram-me pagar 25 dólares de HK pela luggage 

e disseram: depois levanta lá em Macau!

90% das pessoas que vão no ferry é para uma visita 

breve a Macau e ninguém transporta malas, como a minha...

por isso quando cheguei a MACAU andei à procura onde levantar 

a minha mala e foi mesmo a única que tinha sido despachada 

e fui a única que paguei...

acima imagens do ticket da luggage 

e o meu ticket da travessia para Macau com o lugar marcado 33A 

...

a seguir fotos do que via pela janela e o interior do ferry





assim num dia feio e triste cheguei a Macau... 

leio muito e, tinha lido que as pessoas quando saem do ferry 

apanham os shuttles gratuitos dos vários hotéis-casino 

e seguem para algum lugar...pois, fui-me chegando 

ao shuttle do SANDS pois sabia que o hotel onde eu ia ficar 
era ao lado do SANDS, só que tive azar... 

andava lá um moço a "controlar a coisa" 
e não me deixou entrar nesse shuttle, 

perguntou-me qual o hotel para onde eu ia 

e, tive que esperar ali à chuva que o shuttle do "Grand Lapa" 

viesse ao Terminal buscar os seus clientes, 

passou de 1 hora ali de pé à espera 

eu já estava desesperada a ver o tempo passar. 

Até que finalmente... estou no meu enorme quarto!








De oferta 2 garrafas de água diariamente, 

pois o calor é mais que muito

e, vários "amenities" para uso diário na minha higiene.







Fiquei no quarto 1317 e acima a tarifa do quarto

em baixo, o meu primeiro contacto com a moeda local - pataca!




Depois de me instalar eu não tinha nada para fazer, 

a não ser ficar à janela a ver o que me rodeava, 

tristemente vendo a chuva cair e não parava... 

Domingo de tarde, não tinha sequer almoçado com a travessia 

e a espera do shuttle, perguntei como ir até ao Centro 

responderam que não valia a pena, 

pois autocarros ao domingo nem pensar...

então, comecei a pensar no jantar, tinha que comer 

dentro do Hotel, não tinha mais nenhuma alternativa! 

Tinha lido que este hotel tinha um fabuloso restaurante tailandês

 e...toca de me informar dos horários... 

Fui até à recepção, chamaram um moço que me acompanhou 

por ruelas e jardins, até ao dito restaurante 

e, finalmente uma refeição em condições, 

juro, foi o melhor momento deste triste dia...








Da janela do quarto eu via o Casino SANDS 

e a piscina que fazia parte do Hotel, 

mas numa tarde de domingo, sempre a chover 

a piscina estava vazia...queria muito 

que aquele domingo chegasse rapidamente ao FIM...






Depois do belo jantar, voltei à janela do quarto, 

as mesmas vistas, mas, agora com as luzes da noite

...fui dormir e, no dia seguinte enquanto me preparava 

para ir tomar o pequeno-almoço chego-me à janela 

e vejo já algumas pessoas às 8h 30m 

a nadarem na piscina do hotel 

Tinha que me despachar...

para aproveitar a 2ª feira, por Macau. 



domingo, 13 de janeiro de 2019

CAMINHANDO pelo FLOWER DOME




Começo 2019 com muito colorido e com belíssimas flores 

que descobri no FLOWER DOME em SINGAPURA 

no início do ano passado!








Nem é necessário fazer retrospectivas 

pois só as imagens mostram tudo. 

Quer dizer, não mostram tudo não, pois ninguém 

pode imaginar como me senti no meio de toda esta Natureza! 

Sózinha no meio de uma multidão, eu levitava 

com uma máquina fotográfica na mão, sem conhecer ninguém...

Mas também eu não precisava de alguém... 

estava nas nuvens, olhando para tudo que me rodeava 

e tudo era novo para mim.

FLOWER DOME em SINGAPURA








Fiz centenas de fotos, o que agora dificulta a minha escolha, 

mas...tudo era tão belo que eu queria registar 

para precisamente no futuro, poder ver outra vez 

toda aquela imensidão de coisas belas! 

Sempre preocupados em deixar "avisos" 

para os visitantes lerem e seguirem as instruções, 

tal como se pode ver na foto abaixo.










recantos lindíssimos e este conjunto de guarda-chuvas magnífico, 

de cores vivas, fazia parte da decoração.






cheguei à zona dos cactos e suculentas








de toda a espécie e colorido...






Excelente bom gosto na preparação do espaço 

para ser visitado e apreciado; 

a decoração muda todos os anos um pouco.

. . . / . . . 

Quem sabe foram estes amuletos que o povo oriental 

dá tanta importância, que me deram sorte para o resto do ano

...sim, pois esta foi a 1ª viagem que fiz em 2018 

e depois fiz mais quatro que nem estavam nos meus planos.

Para mim, sorte é estar ligado ao universo, 

ter pensamentos positivos e saber ver, ler e sentir as 

oportunidades que a vida nos dá e concretizar estas oportunidades. 

Em resumo, sorte é saber o momento de agir para concretizar!






No final da visita decidi posar para a fotografia 

num recanto lindíssimo que lá estava 

e saí super feliz, acreditem. 

Que 2019 seja tão bom como foi 2018.



quinta-feira, 29 de novembro de 2018

CHEGADA A LANGKAWI




Sentada à janela do avião, vi a aproximação à Ilha de Langkawi

Magníficas vistas!




OK... já aterrei no aeroporto da Ilha de Langkawi




para mim foi mesmo uma novidade, 

sair a pé do avião e atravessar a pista 

em direcção ao interior do aeroporto da Ilha de Langkawi




já tinha à minha espera o driver/transferista

com a folha branca na mão, 

dando-me as boas-vindas a Langkawi 

e, que me transportou até ao Resort




tirou as malas do carro e "Goodbye"

lá fiquei eu entregue a mim mesma; 

vou ao balcão do check-in e trato de tudo

deram-me uma "Welcome drink" 

com o calor que fazia, soube mesmo bem! 





Para ir ao Bar tomar a bebida, deixei as malas 

entregues na recepção e aproveitei para dar a primeira 

vista de olhos ao que tinha em redor...

e, que "Maravilha"




este seria o lugar onde nos próximos dias 

iria tomar o meu pequeno-almoço e, nem vos digo... 

havia de tudo, mas...tudo mesmo!




regresso à zona do check-in, 

já tinha a chave do "Chalet na selva" 

e, precisava que este "carro de transporte" 

dos turistas me levasse até lá...




O condutor do veículo, além de transportar as minhas malas 

também abriu a porta e indicou tudo que eu precisava de saber, 

ligou o "ar condicionado" 

e ensinou-me outras situações que eu questionei 

Deixou-me entregue a mim mesma, longe de tudo!





Captei imagens da minha varanda privada 

e do quarto do Chalet da selva, bem como 

do plano de evacuação de emergência (não devo alhear-me 

dessa possibilidade, há que estar prevenida para tudo)




por todo o lado eu só via estas placas: 

"Trancar janelas e a porta da varanda", 

nada de facilitar, senão sou invadida por macacos...





Realmente eu ouvia os seus guinchos lá fora 

e, curiosa, abri a porta do Chalet e, que vejo?

Na escadaria do Chalet da frente, lá estavam um casal 

e era a hora de se catarem... 

eles têm o hábito de se catar mutuamente! 

Um outro sentado ali mesmo, muito próximo.




Ali estava eu, no meu alpendre de entrada no Chalet, 

de máquina preparada para tudo captar, 

nesta foto registo a placa que identificava o meu Chalet 3195 

e, ao fundo, lá estão eles na sessão de "catar" o parceiro.




Termino com uma pergunta: 

Têm dúvidas que eu estava mesmo na "Selva"?