domingo, 1 de abril de 2018

CHINATOWN



Caminhando pelas ruas de Chinatown 

descobri esta t-shirt alusiva à enorme quantidade de multas 

que podem ser passadas em Singapura...




um pouco escondida, no meio da street food, 

encontrei esta placa numa das portas,

fazendo referência a uma sociedade de poetas




e, de seguida, 

mostro-vos fotos de fachadas de edifícios

portadas e janelas, 

com uma beleza que eu não imaginava,

bem conservadas, em estilo colonial, 

tudo isto em Chinatown...






as ruas enfeitadas com as típicas lanternas chinesas





muito colorido...

um mimo de arquitectura!





encontrei esta placa com uma foto de uma prostituta, em 1910

(nos comentários, falarei mais sobre o tema)



e, outra placa com o nome da rua: 

Japanese Street




passeando vi vários destes pássaros, 

bicando aqui e ali

sempre em busca de alimento...



procurando a estação de metro...

 fui dar a esta enorme Avenida

com muitas luzes, pela festividade do Ano do Cão...


quinta-feira, 22 de março de 2018

ANO NOVO CHINÊS



Voltei ao ORIENTE

e, casualmente cheguei lá 

com as Festividades do Novo Ano Chinês!




a data do Novo Ano Chinês, varia todos os anos, 

entre o 21 de janeiro e o 19 de fevereiro, 

no momento da segunda Lua Nova do Solstício de Inverno, 

quando o Sol está em Aquário




o Novo Ano Chinês começou a 16 de fevereiro de 2018 

e eu cheguei a Singapura no dia 26 de fevereiro, 

dez dias depois, daí que apanhei precisamente 

as festividades que costumam ser durante 15 a 20 dias. 






é o Ano do Cão 

daí que, por todo o lado, onde eu passava 

só via imagens e bonecos referentes ao Cão





as roupas utilizadas geralmente são da cor vermelha 

pois os chineses acreditam que a cor vermelha 

afugenta os espíritos malignos e a má sorte

Para eles, o vermelho é a cor da sorte (fortuna)





decorações, amuletos e muitas outras coisas 

associadas com o ano-novo e suas cerimónias 

são coloridas de vermelho

A Fé não é esquecida 

e, no lugar menos esperado 

encontrei um altar com as oferendas!



terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

VICTORIA PEAK - THE PEAK



Foi esta a primeira imagem que tive 

do Tram que sobe ao "Peak" 

estava na fila à espera e lá o vejo descer...




durante o percurso da subida observo tudo, 

vejo que tem lugar para 95 pessoas sentadas e 25 de pé...

é assustador, 

o peso que leva e tão íngreme que sobe/desce

Ohhh pela janela apercebo-me da neblina 

que envolve a cidade e, penso: 

Como ter uma bela vista, com esta neblina? 

Só ia lá acima uma vez, pois tinha apenas 1 acesso/ticket 

e...calhou logo estar esta neblina quase cerrada!





Vou ocupando o meu tempo vendo tudo, 

os placards desde o início em 1888 até aos dias de hoje, 

o tram já foi verde e agora é vermelho

Observo-o na descida e mais uma viagem... 




Há quem diga que, se tiver só um dia e tiver que escolher 

o que fazer em Hong Kong...deve ir ao "The Peak" 

também conhecido como Victoria Peak, 

lá fica o ponto mais alto da cidade 

e, realmente é um lugar que vale a visita.

A vista é de tirar o fôlego...

Toda a baía de Hong Kong e todos os seus prédios 

dão-nos uma dimensão da cidade, 

que tem uma das maiores densidades populacionais do mundo.






Já lá vem outra vez o tram, é melhor eu apressar-me 

pois vem sempre cheio e é uma confusão 

quando as portas abrirem... 

vou andando e deparo-me com uma loja de souvenirs

...estranho! Por norma isso costuma acontecer 

no final da visita, à saída...aqui é diferente 

e, rezando a todos os santinhos eu pedia 

que a neblina levantasse, para eu poder 

ter uma bela vista da cidade

Entrando no "Peak Market" perdi-me 

a ver tantas coisas lindas e diferentes;

Para ser franca, não tinha pressa nenhuma 

em ir para o exterior...

pois aquela neblina não estava no programa.





Depois de fazer umas comprinhas, 

descubro o Museu de cera "Madame Tussauds" 

que nem sabia que existia e logo ali...

Ao subir as escadas rolantes a caminho do terraço 

olho pelos vidros e, surpresa das surpresas, 

a neblina tinha quase desaparecido. Maravilha!




Lá estou eu no SKY TERRACE 428

um observatório com vista panorâmica de 360º

o ponto mais alto da cidade, 

a 428 metros acima do nível do mar. 

A entrada é paga, no meu caso já estava incluída no ticket 

que tive para subir no funicular (tram) 

Digo-vos que rolou uma lágrimazinha 

quando me vi, ali...num lugar daqueles 

com uma vista fabulosa 

(só não tinha com quem partilhar, sozinha)




não existem palavras nem adjectivos 

para dizer seja o que for desta imagem 






outro lugar de onde se pode observar 

é no "Lions View Point Pavilion" chega-se lá, 

caminhando uns 10 minutos 
(mas, não é a mesma coisa) 

Lá do alto eu consegui ver esse pavilhão 

e, outra vez o funicular 

descendo no meio da floresta!




quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

UM DIA DIFERENTE



Começou o novo ano 

e estou muito atrasada em relação à descrição 

da minha viagem de ABRIL 2017 a HONG KONG, 

pois o tempo passa 

e receio esquecer-me de pormenores da viagem. 

As fotos de hoje foram todas captadas 

no dia do meu aniversário, 

quando cheguei ao CENTRAL PIER - STAR FERRY 

onde pude apreciar o movimento dos ferries 

que atravessavam da Ilha de Hong Kong 

para a Península de Kowloon e vice-versa!









Dentro do CENTRAL PIER descobri este restaurante 

WATERMARK Seafood Bar and Grill 

onde eu aproveitava para ir à casa de banho...




Dentro do CENTRAL PIER também encontrei 

pequenas lojas que vendiam biscoitos de amêndoa 

e outras guloseimas, com uma excelente apresentação, 

bonitas embalagens 

que eu ia apreciando e fotografando.





uma variedade de chás e infusões






Da varanda do CENTRAL PIER via-se perfeitamente 

aquela passadeira de ripas azuis, pela qual eu vim caminhando 

desde o centro até chegar junto ao Cais

onde finalmente descobri o BIGBUS HONG KONG 

como já contei num post anterior...





Registava tudo em meu redor, mesmo esta moça 

que, muito compenetradamente bordava um pano, 

ali no meio do bulício do CENTRAL PIER...





Captei também os diversos modelos de barcos típicos 

que deslizavam nas águas da Baía de Kowloon



a geografia de Hong Kong é composta basicamente 

por três maiores territórios: 

Ilha de Hong Kong, Península de Kowloon 

e Novos Territórios.